Flávio Dino criou quase 2 mil vagas e cumpriu compromisso sobre presídios, mostra G1

Sistema penitenciário ganhou quase 2 mil vagas desde 2015. (Foto: Divulgação)

O governador Flávio Dino cumpriu e vem cumprindo uma série de compromissos que o colocam como o melhor administrador do país, segundo levantamento do portal G1. Entre esses compromissos, estava o de ampliar o número de vagas nos presídios maranhenses, que antes eram conhecidos internacionalmente pelas atrocidades.

De acordo com a pesquisa do G1, Flávio Dino já cumpriu ou está cumprindo 92% dos compromissos de campanha. Isso o coloca como governador mais eficiente em todo o Brasil. Ele também aparece no topo de uma lista com governadores, prefeitos de capital, presidente da República e ex-governantes. São 60 políticos no total. (Veja aqui: http://especiais.g1.globo.com/maranhao/2015/as-promessas-de-dino/#!/3-anos).

  • Saiba mais sobre as ações do governador que foram destaque no G1 clicando aqui.

O G1 listou o que Flávio havia dito antes de assumir e o que fez depois de 2015. Entre as tarefas, estava “aumentar a rede e as vagas nos estabelecimentos penais do estado” já que “grande parte do problema de insegurança que o Maranhão vive nasce da precariedade do seu sistema prisional”.

Sistema penitenciário ganhou quase 2 mil vagas desde 2015. (Foto: Divulgação)

A equipe do portal G1, pertencente ao Grupo Globo, foi verificar o que foi feito e publicou que “com os presídios de Açailândia, Balsas, Imperatriz, Pedreiras, Pinheiro, Codó e Timon, o sistema prisional do Maranhão teve um acréscimo de 1.981 vagas desde 2015, segundo o governo”.

“O governo garante ainda que ‘foram iniciadas as reformas nas Unidades Prisionais de Ressocialização de Porto Franco, Zé Doca, além da Unidade Feminina de Pinheiro, intervenções que vão gerar mais 313 vagas para o Sistema Penitenciário Maranhense nos próximos 180 dias’. A promessa é que, a partir de janeiro de 2018, mais quatro unidades prisionais sejam licitadas, gerando mais 1.038 novas vagas”.

Trabalho e ressocialização

Além disso, agora os presos também podem aprender de verdade uma profissão. Em 2014, eram 600 apenados fazendo algum ofício. Este número subiu para 2.500 em 2017, uma alta superior a 300%. Antes, eram três oficinas de trabalho; agora são 170.